Estatísticas só agregam alguma
credibilidade se realizadas com amostras significativas, entrevistar cinco pessoas
aleatórias não autoriza a prever com certeza o comportamento futuro de uma
população de 200 milhões. Por isso a análise dos testes de Sepang ainda é pouco
significativa, entretanto os tempos registrados na pista já podem orientar uma
tendência. O registro das 50 voltas mais rápidas, considerando apenas o último
dia sem os compostos de pneus mais macios retirados pelo fabricante, equilibra
a amostra reduzindo o número de variáveis envolvidas e permite algum tipo de
conclusão. Todas as equipes utilizaram o mesmo tipo de pneu traseiro e houve
diferenças nos dianteiros porque a Michelin testou alguns compostos em
desenvolvimento, que não estiveram disponíveis para as equipes satélite. Em uma
estimativa baseada em “feeling”, Jorge Lorenzo imagina o ganho com os novos
dianteiros em 0.4 a 0.5 segundos por volta.
O atual campeão registrou os oito melhores tempos do dia e
a equipe oficial da Yamaha contabilizou 23 das 50 voltas mais rápidas, divididas
em 14 para Lorenzo e 9 para Rossi.
A Honda obteve 13 dos 50 melhores tempos, 7 com Marc
Márquez, 3 com Cal Crutchlow e 3 com Dani Pedrosa.Com 5 pilotos participando da sessão de testes, as máquinas da Ducati conseguiram estar apenas 11 vezes entre os “top 50”, Casey Stoner e Hector Barbera em 3 oportunidades cada, Andrea Iannone e Scott Redding em duas e uma com Danilo Petrucci.
Maverick Vinales foi o único piloto com Suzuki que apareceu na lista, em 3 oportunidades.
Nenhum comentário:
Postar um comentário